Em Aberto
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<p>Criada em 1981, a revista <em>Em Aberto</em> é uma publicação monotemática, com periodicidade quadrimestral, cuja finalidade é estimular e promover a discussão de questões atuais e relevantes da educação brasileira, trazendo opiniões divergentes ou confrontos de pontos de vista.</p>INEPpt-BREm Aberto0104-1037<p>A aceitação do texto implica automaticamente a cessão de seus direitos autorais ao Inep. </p> <p>A revista <em>Em Aberto</em> adota a licença <a href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/deed.pt_BR">CC-BY</a>.</p> <p>A reprodução total ou parcial dos textos da revista é permitida desde que citada a fonte de publicação original e o <em>link </em>para a licença CC BY 4.0 e que sejam indicadas eventuais alterações no texto.</p>Infâncias contemporâneas em diferentes espaços educativos
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<p>Apresentação da edição 122.</p>Bianca Salazar GuizzoRodrigo Saballa de Carvalho
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2025-12-302025-12-303812210.24109/2176-6673.emaberto.38i122.6889Conceitos de crianças e infância(s) em pesquisas na educação infantil (2020-2024): discussões epistemológicas e metodológicas
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<p>Com fundamento no campo dos Estudos Sociais da Infância, este artigo de revisão tem como objetivo evidenciar os modos como pesquisadores na área da educação infantil utilizam, epistemológica e metodologicamente, os conceitos de infância, infâncias e crianças. Para tanto, foi realizado um Estado do Conhecimento das investigações de mestrado e doutorado em Educação na Biblioteca Digital de Teses e Dissertações (BDTD), no período de 2020 a 2024, utilizando os seguintes conjuntos de descritores: 1) infâncias, criança, educação infantil; e 2) infância, crianças, educação infantil. Desse modo, o corpus analítico da investigação foi composto por dez pesquisas, sendo oito de mestrado e duas de doutorado. Após a leitura das pesquisas, por meio das etapas do Estado do Conhecimento, foram definidas duas categorias analíticas: os conceitos de crianças e infância(s) nas pesquisas: discussão epistemológica em debate; e as abordagens metodológicas das pesquisas e o uso dos conceitos de crianças e infância(s). Como resultado, inferem-se: a) o reconhecimento da infância como construção social pelos pesquisadores; b) a importância da afirmação dos direitos das crianças, com base no respeito à alteridade de suas infâncias; e c) a necessidade de problematização do padrão eurocêntrico de infância, assim como da discussão da agência das crianças fundamentada em uma perspectiva relacional.</p>Rodrigo Saballa de Carvalho
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2025-12-302025-12-303812210.24109/2176-6673.emaberto.38i122.6661Projeto de Aprendizagem Tutorada na educação infantil: da universidade às escolas
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<div class="page" title="Page 2"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>Este estudo apresenta uma experiência de boas práticas de avaliação formativa e compartilhada por meio de um Projeto de Aprendizagem Tutorada (PAT) na formação de professores e professoras da educação infantil. O objetivo é explorar as percepções dos estudantes sobre a avaliação formativa no PAT, bem como sua influência na aquisição de competências profissionais durante sua formação inicial. A experiência foi desenvolvida durante o segundo semestre do terceiro ano, em uma disciplina obrigatória do curso de Licenciatura em Educação Infantil, com uma amostra de 48 estudantes. A pesquisa utilizou uma abordagem metodológica mista, baseada em duas perguntas do “Questionário sobre metodologia e avaliação na formação inicial em Educação Física”, de Castejón-Oliva, Santos-Pastor y Palacios-Picos (2015), complementada por uma reflexão escrita dos alunos com perguntas abertas. Os resultados mostram que os alunos estão satisfeitos com a proposta no seu conjunto, destacando o feedback recebido durante as tutorias como um aspecto fundamental para melhorar o desenvolvimento do seu trabalho. Como sugestão de melhoria, recomenda-se que se conheçam previamente as características do grupo-classe no qual a intervenção será realizada. Em conclusão, a experiência demonstra que o PAT é uma prática valiosa de avaliação formativa e compartilhada na formação inicial de professores da educação infantil.</p> </div> </div> </div>Irene Moya-MataMarta Oliver-Álvarez
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2025-12-302025-12-303812210.24109/2176-6673.emaberto.38i122.6590Relações de gênero na educação científica de crianças pequenas: uma proposta de metodologia de pesquisa
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<div class="page" title="Page 1"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>Este artigo apresenta e analisa uma metodologia de pesquisa, cujo objetivo é identificar como essa metodologia pode ser utilizada para provocar e capturar a construção das infâncias no espaço da educação infantil, quando as crianças estão envolvidas em atividades relacionadas a ciências, tecnologia e gênero. O estudo foi realizado com 32 crianças, entre 5 e 6 anos, em uma escola pública de Guarulhos, São Paulo (SP). No manejo dos desafios de pesquisa sobre e com as crianças, fundamentada nos estudos sociais da infância, identificamos procedimentos, estratégias e instrumentos metodológicos advindos de uma proposta de pesquisa qualitativa, do tipo pesquisa-intervenção. Resguardados os procedimentos éticos, utilizamos registros fotográficos, caderno de campo, gravação de vídeo e áudio, com o objetivo de garantir a escuta ativa das crianças. Como resultado, verificamos que a metodologia favoreceu essa escuta ativa e a participação infantil, o que possibilitou a criação de repertórios imaginativos, científicos e de gênero e, por conseguinte, a ampliação de experiências das infâncias.</p> </div> </div> </div>Paula Teixeira AraujoAnna Cecília de Alencar ReisEmerson Izidoro dos Santos
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2025-12-302025-12-303812210.24109/2176-6673.emaberto.38i122.6582Vivências literárias: o círculo de leitura como expressão da singularidade na educação infantil
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<div class="page" title="Page 1"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>O presente trabalho tem como objetivo refletir sobre as vivências e experiências (Vigotski, 2010) de crianças na educação infantil, pelo viés da literatura infantil e das práticas de ensino que colaboram com a formação leitora. Caracterizada como pesquisa-ação, a proposta apresenta uma prática metodológica realizada com 18 crianças, com idades entre 5 e 6 anos, de uma turma de pré-escola de uma instituição pública, considerando os momentos que envolvem desde a escolha do livro literário e a organização do espaço até a construção de várias conversas como componentes dessa vivência. Ao possibilitarmos ambientes em que os procedimentos metodológicos favorecem a interação da criança com o texto literário, optamos pelo recorte do Círculo de Leitura (Cosson, 2021), por compreendermos que as relações tecidas nesse momento viabilizam experiências coletivas e individuais. Os registros foram feitos por meio de observação e de escrita em cartazes daquilo que as crianças construíram em relação às especificidades do procedimento. Como resultado, percebemos crianças participativas, motivadas para desempenhar as funções do Círculo de Leitura, dispostas a ouvir e a aprender com seus pares, bem como notamos crianças que ampliaram seus conhecimentos prévios e buscaram autonomia em suas ações de leitura.</p> </div> </div> </div>Andreina de Melo Louveira ArtemanRenata Junqueira de Souza
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2025-12-302025-12-303812210.24109/2176-6673.emaberto.38i122.6619Narrativas do corpo criança em contextos de aventura: os desafios da verticalidade corporal
https://emaberto.inep.gov.br/ojs3/index.php/emaberto/article/view/6597
<div class="page" title="Page 1"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>Este artigo objetiva analisar como adultos e crianças se relacionam em situações de verticalidade corporal. Para isso, apoiamo-nos nos estudos da criança e nos estudos do corpo de David Le Breton. Os princípios ético-metodológicos e a triangulação (das diferentes fontes de dados, dos instrumentos de pesquisa e dos percursos) foram os procedimentos que orientaram a investigação, composta por quatro crianças (com idades de 4 a 6 anos) e suas famílias. Os dados, produzidos em ambiente on-line e interpretados pela análise temática, mostraram que as crianças buscavam pela verticalidade corporal quando saíam da zona de conforto para a de expansão. Pelos desafios, suspendiam seus corpos do chão e, em virtude das ordens corporais instituídas, criavam contextos de aventura no espaço da casa e/ou recorriam ao corpo adulto para a experiência. Os adultos aceitavam, incentivavam ou proibiam as ações das crianças pela presença corporal e/ou pela relação de poder. Assim, as narrativas corporais das crianças, que envolvem verticalidade corporal, possibilitaram a elas uma construção identitária como atores sociais, marcada pelo contrato com os adultos, os quais assumiram diferentes papéis conforme o contexto de aventura.</p> </div> </div> </div>Déborah Helenise Lemes de PaulaMarynelma Camargo Garanhani
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2025-12-302025-12-303812210.24109/2176-6673.emaberto.38i122.6597A produção de culturas infantis em uma creche de Campo Grande-MS
https://emaberto.inep.gov.br/ojs3/index.php/emaberto/article/view/6602
<div class="page" title="Page 1"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>A pesquisa, qualitativa e etnográfica, observou a produção cultural de crianças de 2 a 3 anos em uma creche de Campo Grande, Mato Grosso do Sul (MS). A metodologia valorizou a escuta sensível e a multilinguagem infantil, com consentimento e assentimento dos envolvidos, e utilizou um aplicativo específico para proteger as imagens. O estudo enfatiza o papel da educação infantil e da creche como espaços de cuidado, educação e socialização, em que o brincar é central para o desenvolvimento, e evoca para a análise de dados, entre outras, as contribuições de Carvalho et al. (2022) e Lima (2023) – em relação à escuta sensível – e de Corsaro (2011) – sobre culturas infantis e Sociologia da Infância. Argumenta-se que o brincar oportuniza às crianças assimilarem e reinterpretarem o mundo adulto, construindo culturas de pares e desenvolvendo autonomia, ainda que sob regras adultocêntricas. A influência da mídia e do consumo nas culturas infantis é, igualmente, abordada. Conclui-se que reconhecer as crianças como sujeitos ativos na construção de suas experiências culturais e sociais é fundamental para promover ambientes educativos mais respeitosos e enriquecedores, o que reforça a importância da escuta infantil e de práticas pedagógicas que promovam o protagonismo. As implicações práticas sugerem políticas públicas que garantam os direitos da criança e uma formação de professores que valorize as diversas manifestações da infância, visando a uma educação democrática e inclusiva.</p> </div> </div> </div>Andreia Paz Leonarski de Souza LimaMarta Regina Brostolin
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2025-12-302025-12-303812210.24109/2176-6673.emaberto.38i122.6602A produção de capital emocional na educação infantil: uma análise do programa “Escola da inteligência” de Augusto Cury
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<div class="page" title="Page 1"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>O desenvolvimento de competências socioemocionais vem recebendo destaque na área educacional. Em contrapartida, a educação escolar vem apelando para um borramento da antiga aliança comeniana família-escola, que delimitava espaços distintos para essas instituições na vida da criança. A família cada vez mais é chamada a participar da vida escolar. É nesse contexto que este artigo analisa uma trilogia voltada para a família, do programa “Escola da Inteligência” de Augusto Cury, a fim de problematizar o que as três obras consideram como competências socioemocionais e qual a importância de trabalhá-las desde a pré-escola. Metodologicamente, o estudo foi conduzido com base na proposta de análise documental elaborada por Saraiva (2009), tomando como referencial teórico autores que se filiam a perspectivas pós-estruturalistas. Os resultados mostraram que, embora os livros não definam explicitamente o que é inteligência socioemocional, desenvolvê-la desde a educação infantil é tão ou mais importante do que promover habilidades cognitivas para obter bons resultados em diversas esferas do bem-estar. Concluiu-se que as competências socioemocionais que a Escola da Inteligência objetiva desenvolver estão voltadas para a produção de subjetividades alinhadas com a ideia do “empresário de si”, o sujeito ideal do neoliberalismo.</p> </div> </div> </div>Karla Schuck SaraivaBianca Salazar Guizzo
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2025-12-302025-12-303812210.24109/2176-6673.emaberto.38i122.6603A vida lúdica como sentido docente, educativo e artístico
https://emaberto.inep.gov.br/ojs3/index.php/emaberto/article/view/6543
<p>Entrevista </p>Rodrigo Saballa de CarvalhoJavier Abad MolinaÁngeles Ruiz de Velasco Gálvez
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2025-12-302025-12-303812210.24109/2176-6673.emaberto.38i122.6543Infâncias em produções contemporâneas: um olhar sobre crianças youtubers
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<p>Resenha de: TOMAZ, Renata. O que você vai ser antes de crescer? Youtubers, infância e celebridade. Salvador: EDUFBA, 2019. 279 p.</p>Sandro Machado
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2025-12-302025-12-303812210.24109/2176-6673.emaberto.38i122.6622Imaginação: possibilidades de reconectar-se à infância?
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<p>Resenha de: MACHADO, Marina Marcondes. Para as crianças de agora: uma perspectiva artístico-existencial. Brasília, DF: UNB, 2023. 221 p.</p>Lisiane Rossatto Tebaldi
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2025-12-302025-12-303812210.24109/2176-6673.emaberto.38i122.6580Bibliografia comentada sobre infância(s), crianças e Educação Infantil
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<div class="page" title="Page 1"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>Bibliografia comentada sobre infância(s), crianças e educação infantil.</p> </div> </div> </div>Viviane Castro CamozzatoNathalia Scheuermann dos Santos
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